ASPAS
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Dezembro 20, 2007

nando | 14:09 | comentários: [ / adicionar]

Maio 18, 2006

News

Mudamos! Eu e os textos.

Estamos vivendo em harmonia agora em:

http://aspas.blogsome.com

Caso não seja redirecionado em 3 segundos, clique aqui:

nando | 14:46 | comentários: [ / adicionar]

Maio 16, 2006

Amadeus

"Antonio Salieri was what Mozart was not: Financially successful rather than poor, poised rather than socially awkward.
But where Salieri was merely talented, Mozart was a genius".

Ontem pude rever com um olhar um pouco mais apurado e mais consciente da história da música clássica mundial o filme Amadeus onde o diretor Milos Forman se propõe a levar às telas a obra e vida de Mozart, o famoso gênio da música clássica.

AmadeusA trama é baseada na tentativa fracassada de suicídio de Antonio Salieri – também compositor da época - que confessa a um padre que foi o responsável pela morte de Mozart e relata como conheceu, conviveu e passou a odiar o compositor, que era um jovem irreverente, mas compunha como se sua música tivesse sido abençoada por Deus.

Apesar do diretor de Amadeus parecer fazer questão de transformar Mozart em um palhaço alcoólatra o filme é interessante, mas não corresponde a realidade principalmente no que diz respeito a Salieri.

Antonio Salieri, conforme escreveu Fernanda Campanelli Massarotto para a revista Super Interessante, “compôs dezenas de óperas, deu aulas a alguns dos maiores compositores da história e inspirou sonatas de Beethoven”, mas é lembrado apenas pela frase (ou boato) “Eu matei Mozart. Eu matei Mozart”.

No filme Salieri é o Gassmann, o compositor oficial da corte do Imperador José II e Diretor da Orquestra Municipal de Viena (fato que corresponde com a realidade), cargo mais que invejado. Nessa época, Mozart se contentava com poucas encomendas ou turnês sem grande importância pelas capitais européias. O grande cargo, porém, não impediu que Salieri passasse a sentir-se inferior ao talento de Mozart.

Na realidade, Salieri fez mais sucesso que Mozart. “A famosa ópera Don Giovanni, de Mozart, por exemplo, foi ofuscada pela estrondosa recepção que o público vienense deu a Tarare, de Salieri, em 1787”. Em 1791, Mozart apresenta ao público sua Flauta Mágica que é muito elogiada por Salieri.

A realidade, portanto, não é verdadeiramente retratada na trama. Nada que faça a produção perder todo o seu charme e desmerecer seus 8 Oscars ganhos.

nando | 14:32 | comentários: [ / adicionar]

Maio 14, 2006

Stradivarius

Ontem (13/05/06) a polícia espanhola encontrou durante uma operação de combate a prostituição, um violino Stradivarius de 1715. Hoje em dia, restam apenas cerca de 500 violinos no mundo dos 1.100 instrumentos fabricados, mas somente cerca de 90 estão em condições de uso.

Stradivarius

O Stradivarius, criado pelo célebre luthier italiano Antonio Stradivariu, tem sonoridade incomparável e é o objeto maior de desejo dos violinistas. Um violino como o apreendido pode chegar a valer US$ 1 milhão!

ATUALIZANDO (17/05/06):

Escrevia que o violino poderia atingir o valor de até US$ 1 milhão. Isso é passado:

16/05/2006 - 20h15 - UOL MÚSICA
Violino Stradivarius é vendido a preço recorde de US$ 3,5 milhões

nando | 18:35 | comentários: [ / adicionar]

Maio 13, 2006

O oftalmologista

Parte III


Todo ano é a mesma coisa. Vou ao oftalmologista e, se não fosse o bastante, escrevo para contar a história. Não teria sentido fazer diferente esse ano.

Em meados de maio sempre me ocorre que preciso trocar as lentes de contato. Elas ficam gastas e turvas, e só quem usa pode descrever o quão desconfortável é. Resolvi que esse ano trocaria de médico. Era a hora de ouvir uma opinião mais moderna sobre o meu problema, já que meu antigo oftalmologista era bem velho e tradicionalista. Com ele, temia correr perigo, fora que ainda andei observando-o em coincidentes encontros em bares e afins. O cara bebe uísque em excesso. Só doses cavalares.

Pois bem, marquei uma consulta e fiz o exame com um médico que parecer ser mais jovem que eu. Nem barba tinha, mas o garoto era esperto. Explicou-me bem o que acontecia com meus “olhos azuis” e sanou todas as minhas dúvidas. Disse que também precisaria de uns óculos, mas isso o velho boêmio também dizia. Eu só ignorava. Dessa vez resolvi fazer. Começava o drama.

Na ótica tratei logo de comprar os novos pares de lentes. Isso sim era essencial. Os óculos nem tanto. Escolhida a armação – em breve terei óculos estilo webdesigner – e de posse da minha receita era a hora de calcular o preço. Ultimamente só o monetário me aflige.

-- Fernando, levando em consideração a armação que você escolheu o valor total fica em 1..., disse a simpática vendedora.

Alívio, cento e pouco... Vai sobrar uma grana para a cerveja.

-- R$ 1.043,00.
-- R$ 1.043,00?!
-- Isso, mas podemos parcelar em duas ou três vezes.
-- Tá brincando? Que tal fazermos um consórcio?

Depois de algum papo, consegui uma opção mais barata: R$ 633, 00, o que não deixa de ser uma facada, mas em vista do susto inicial já era alguma coisa. Mandei fazer. Como vou pagar não sei.

Então é isso. Continuo enxergando (muito melhor agora, por sinal) e ainda tenho um óculos da moda. Espero gostar realmente do modelo, já que quando escolhi não estava enxergando nada.

Vou lá ler Weber. Conhece Weber? Parece-me, inicialmente, mais interessante que Marx.

nando | 17:43 | comentários: [ / adicionar]

Maio 10, 2006

A une passante

La rue assourdissante autour de moi hurlait.
Longue, mince, en grand deuil, douleur majestueuse,
Une femme passa, d’une main fastueuse
Soulevant, balançant le feston et l’ourlet;

Agile et noble, avec sa jambe de statue.
Moi, je buvais, crispé comme un extravagant,
Dans son oeil, ciel livide où germe l’ouragan,
La douceur qui fascine et le plaisir qui tue.

Un éclair... puis la nuit! - Fugitive beauté
Dont le regard m’a fait soudainement renaitre,
Ne te verrai-je plus que dans l’éternité?

Ailleurs; bien loin d’ici! Trop tard!Jamais peut-être!
Car j’ignore où tu fuis, tu ne sais où je vais,
O toi que j’eusse aimée, ô toi qui le savais!

______________________


[A rua ensurdecedora urrava ao meu redor
Alta e esbelta, toda de luto, majestosa na dor,
Uma mulher passou, a mão vaidosa
Erguendo, balançando a bainha e o festão.

Ágil e nobre, com pernas de estátua.
Eu, crispado como um extravagante, bebia
No seu olho, lívido céu que gera o furacão,
A doçura que fascina e o prazer que mata.

Um clarão... e a noite depois! - Fugidia beleza,
De olhar que me fez renascer,
Será que só te verei de novo na eternidade?

Tão longe daqui! Tão tarde! Talvez nunca!
Pois ignoro para onde vais e não sabes para onde vou.
Ó tu que eu teria amado, ó tu que sabias disso]


______________
BAUDELAIRE, Charles. Oeuvres Complètes. Paris: Ed. Robert Laffont, S.A. 1980, p. 68-69.

nando | 10:53 | comentários: [ / adicionar]

Maio 06, 2006

IS

"Fly, sister, fly
Into the dark night that loves you
Into the darkness
Let not their eyes catch your shining"
[I.S. - Witch Hunt]

nando | 21:07 | comentários: [ / adicionar]

Maio 05, 2006

O curto verão da anarquia

Terei de parar por um tempo com as obras do filólogo bigodudo. Vontade de Potência voltou para a prateleira com o marcador ainda nas primeiras páginas do primeiro volume. Uma pena, mas o motivo é justo e prazeroso.

Ontem chegou a mim uma magnífica encomenda. Trata-se do livro do escritor, tradutor, professor, intelectual... Hans Magnus Enzensberger intitulado “O Curto Verão da Anarquia – Buenaventura Durruti e a Guerra Civil Espanhola” [“Der Kurze Sommer der Anarchie – Buenaventura Durruti Leben und Told Roman” no original em alemão] romance que tem como protagonista o ativista político espanhol de nome acolhedor publicado em 1971. Consegui em um sebo sergipano graças ao fundamental sítio de catalogação de livros usados chamado estantevirtual.com.br.

Devorei o prólogo e o primeiro capítulo ontem mesmo, no ônibus, a caminho da faculdade (uma das boas coisas que aprendi na vida, devido à correria do dia-a-dia, foi ler em um veículo em movimento e também andando – pareço um maluco) e sem exagero algum chorei. Pode parecer sentimentalismo demais para qualquer um exceto para mim, utópico de carteirinha que fica fascinado por belos tratados de liberdade humana.

Buenaventura será a figura central de meu trabalho de conclusão de curso. Trabalho esse que inexplicavelmente não será entregue no final do curso. Desde já solicito a ajuda de quem, porventura, tenha material sobre esse personagem ignorado pela história, o que acho muito imporvável.

Termino com a citação controversa na “orelha” do livro escrita por Antônio Fernando De Franceschi:

“... O curto Verão da Anarquia é a história de uma utopia e do herói que a personificou em uma grandiosa impossibilidade”.

Feliz por ter magnífico exemplar na estante.

nando | 13:28 | comentários: [ / adicionar]

Abril 29, 2006

Minha solidão terminou

Nunca mais falarei ao vento.:

http://www.inbot.com.br/ed/popup.htm

E você que acha que já viu de tudo.

Cabuloso!

nando | 19:32 | comentários: [ / adicionar]

Abril 27, 2006

Rammstein

O Rammstein não tem só a melhor capa de disco na opinião...


Das Modell


... como também tem a pior:



Stripped


Outras excelentes capas são Keine Lust, Ohne dich e Du hast. O som, no entanto, é ótimo em todos eles.
* * * * * *


Não entendo o porquê de um Fotolog. A não ser que ele seja criado e hospedado pelo flickr.

Aí é outra história.

nando | 12:28 | comentários: [ / adicionar]

Abril 23, 2006

Visite aqui

Atualizando (30/04/06):
"Uma semana após o Orkut implantar a tal função de 'visualização de perfis', salta aos olhos o crescimento repentino de perfis falsos, criados com o intuito óbvio de driblar o Bina e permitir que você, voyeur das tragicomédias alheias, continue bisbilhotando à vontade o scrapbook dos outros."

[...]

"...desejar isso [privacidade] em um site como o Orkut é algo tão sem nexo quanto subir no banquinho e fazer um discurso em defesa da moral e bons costumes no meio de uma orgia com cabritas besuntadas."

Alexandre Inagaki do site Pensar Enlouquece, Pense Nisso.


O Orkut apresentou uma nova funcionalidade ontem [http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=431]. Agora podemos ver as últimas cinco pessoas que visualizaram nosso perfil. E mais: também há um contador geral, um semanal e um diário de visitas.

Essas coisas me matam por dois motivos.

Em primeiro lugar já não sei quantas vezes perdi meu tempo escrevendo sobre Orkut aqui. Fico preocupando das pessoas acharem que eu só penso nesse treco e que minha vida gira em torno da quantidade de fãs e da porcentagem sexy do meu perfil. Não, não é isso e estou falando a verdade. Eu me interesso mais por outras coisas.

O segundo motivo – e agora falando como um (quase) dependente virtual – é que esse negócio de saber quem me visita, e das pessoas, conseqüentemente, saberem que eu as visito, vai acabar com o charme das espiadas. É lógico que você vasculha a vida dos outros e isso não é crime quando falamos exclusivamente da Internet. Colocou aí virou patrimônio público, mané.

Agora eu entro e vejo o Fulano da Silva entre meus “visualizadores” e vou atrás dele. Você não iria? E dá vontade de perguntar, singelamente, “O que trouxe você aqui?”. Pense nas possibilidades: podem ser só amigos conhecidos. Aí beleza. Mas também podem estar no meio inimigos, admiradores, paixões, parentes (parentes deveriam ser proibidos)...

Mas quer saber? Vou continuar olhando.

P.S.: Como tudo por lá, o negócio já começou a expor seu déficit mental matemático. Ontem, por exemplo, eu tinha 633 visualizações (que popular!). Hoje, o marcador de ontem, aponta apenas 122.

nando | 17:49 | comentários: [ / adicionar]

Abril 20, 2006

Ivan Capelatto

Domingo passado, dia 16 de abril, a TV cultura exibiu no programa Café Filosófico – meu programa preferido em toda a TV do Brasil – a palestra "O Amor na Era da Sobrecarga" onde o psicoterapeuta da USP, Ivan Capelatto falou do amor a partir de um outro ponto de vista e discutiu questões como bases psíquicas do amor e possibilidade de amar em uma sociedade que contribui para uma crescente anestesia das emoções.

Palestra fantástica.

Para Ivan, o amor está presente nas diversas fases do desenvolvimento humano. No mundo ideal, o especialista disse que as pessoas deveriam ir ao encontro do amor nascísico, aquele em que a criança pequena necessita de alguém para garantir a sobrevivência, até o amor da maturidade, em que temos prazer em cuidar do outro. “Mas apenas poucas pessoas alcançam o amor da maturidade”, diz Ivan. “A maioria encontra problemas pelo caminho”.

Segundo Capelatto, "Esperamos muito do amor; ele dá boa parte do sentido a nossas vidas. O que fazer para que ele faça parte de uma vida boa, que não seja tão privada, tão egoísta, mas leve em conta o outro, o bem comum, a coisa pública?"

O estudioso conclui que a solução para a era da sobrecarga é o cuidado que se deve ter com a pessoa amada. Quando se aprende a cuidar do companheiro, se verifica que aí reside, verdadeiramente, o maior dos prazeres em uma relação amorosa.

nando | 14:22 | comentários: [ / adicionar]

Abril 18, 2006

Eu sou legal

Próximas etapas:
Você tem um grande amigo? Escreva um depoimento para todo mundo ficar sabendo!


Vou escrever depoimentos para todos. Amigos, inimigos, vírus, desconhecidos... Todos.

Outra coisa: Pretendo iniciar-me no Budismo. É sério.

As críticas, adianto, devem vir acompanhadas de algum embasamento.

nando | 10:59 | comentários: [ / adicionar]

Abril 15, 2006

Sem o que expressar...

No dia 15 de abril de 1452, nasciam Leonardo da Vinci e Émile Durkheim, filósofo francês.

Por outro lado, morria na França em 1980 Jean-Paul Sartre, filósofo e escritor françês e, nos EUA, em 2001, Joey Ramone, o cantor e músico norte-americano.

...

...

Vou encher minha cabeça com outros assuntos e deixar o que aflige de lado.

*******

The Turning Point
Lacrimosa

Poutaisat pilvet haituva kaoten
nopesi tuulten mukana kuin
tämä uni jussa en enää sinua tavoita
on lïan myöhäistä

In a dream I saw the world beyond - no tongues telling lies
The silence was covering everything inside
In a dream I saw myself - fallen down next to me
Couldn't crawl back inside my body

No laughter on my face - reality mirrored in the deep signs of life
Too long sacrificed my feelings to the ones
Who take all 'till there's nothing in the end

I'm not in my aim - I've gotta love also the other half of me
To reach the Turning point
As only in my dreams I'm my biggest enemy

Till I'd found out that I only loved your half in me
So much time I spent - not knowing myself
Too much love I'd given for everyone but nothing for me
My light was burning 'till the end

Now you showed me that two full halves make a stronger one
Also out of me and I feel the strength
Returning into me I new-found love again

Couldn't have been fighting alone
Thank you for hearing me on time
I bless you for the trust you gave
When I didn't admit being weak

I am close to my aim truly hoping
I won't fail
Before I reach The turning point
Where we're no longer the same

Didn't notice me change
Was not living the days without names
Now I'm here with you
To stay beyond
The turning point
Of my dreams

I found my aim - now I can face myself
Again
I thank you for
Loving me
And keeping us on the right way

nando | 10:26 | comentários: [ / adicionar]

Abril 02, 2006

A TV será o grande educador do futuro

Taí um bom conselho de dois bons programas de TV.

Ambos da TV Cultura:


Domingo, 21:30 hrs.


"Paula Picarelli apresenta uma seleção de autores e livros especiais sobre o tema, começando pelo filósofo e escritor francês Jean-Paul Sartre, que comemora neste ano o centenário de seu nascimento. A programação segue com uma matéria com o escritor norueguês Jostein Gaarder, autor de "O Mundo de Sofia", entre outros livros que misturam ficção com filosofia e que esteve no Brasil como um dos destaques da Jornada Literária de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.

O programa também mostra alguns dos últimos lançamentos, como o clássico da filosofia alemã, "O Mundo como vontade e como representação", de Arthur Schopenhauer, que chega às livrarias editado em português."



Domingo, 22 hrs.

"Café Filosófico apresenta a palestra Como Lidar com os Excessos da Vida Moderna?, do módulo Simplificar a Vida, Identidades Sociais e Ressentimentos Psicológico, com Renato Janine Ribeiro.

Professor e Curador, Renato trata dos excessos da vida contemporânea e o seu contrário: a vida simplificada. Como exemplo, ele cita os jovens de Seattle que entraram de cabeça na vida agitada para realizar o seu sonho: viver uma vida simples depois dos 30 anos. Se por um lado o excesso de opções pode nos causar medo, por outro também pode ser uma janela de oportunidade para boas escolhas."

nando | 15:54 | comentários: [ / adicionar]

Março 30, 2006

Antes de tudo

Repare Schatzman. Observe com atenção com uma mente brilhante comporta-se em meio à mediocridade moderna.

Repare como anda. Parece – e em todos os casos parecem – que tem um sério problema na coluna. Anda torto, envergado. Ah, mas não há de ser nada. É marra. Olha sempre pro chão com o intuito de evitar as pessoas, os olhares dos que vêem quando ele vai. Sempre tem um objetivo.

Imagino o que ele pensa, Schatzman. Imagino o que ele tem em mente em momentos como esse. Perece-me que é um existencialista. Estará ele matutando sobre a metafísica? Ou será que pessoas desse tipo também têm o desprazer de não pensar em nada como nós?

Parece grosso, rude. O olhar é místico, misterioso... É também – e certamente é – insolente. Um mal educado de primeira classe, daqueles com respostas inteligentes prontas para serem desferidas as mais ignorantes indagações.

Certamente não é humilde. Se quer saber, não deveria mesmo ser. Para ser brilhante é necessário, antes de tudo, convencer a si mesmo disso.

Antes de tudo.

Antes de qualquer coisa, Schatzman.

...

nando | 12:50 | comentários: [ / adicionar]

Março 23, 2006

Retrô

E o pessoal do Orkut começou a fazer a linha retrô.

Reparem: a maioria dos usuários do sistema agora opta por apagar todos os recados públicos que recebem. Que incoerência!

Alguns ainda se justificam:

“Obrigada pela sua mensagem. Assim que puder, eu respondo e deleto. Isso para resguardar a nossa privacidade.”


Manter a privacidade? Isso só pode ser brincadeira! Alerto para os ainda desavisados que falamos da maior página de relacionamentos do mundo, onde, só eu, seletivo como sou, permaneço “conectado a 14.569.219 pessoas através de 72 amigos”.

Li há alguns meses reportagem de uma revista de informática que revelava como o Google – mantenedor do Orkut – cuidava de todo o tráfego de informações que circulava por seus sites afiliados. É impressionante! Uma vez digitado, uma vez clicado, uma vez feito o Upload da foto... Já era. Aquela gigantesca memória de cache guarda tudo.

Aconselharia a um novato bombardear o enorme cadastro com informações falsas ou deixá-lo em branco simplesmente. Perca a popularidade no mundo virtual, mas ganhe privacidade.

Escolha livre.

nando | 11:03 | comentários: [ / adicionar]

"Provalvelmente quem disse a frase 'o que vale é participar' perdeu"
Homer J. Simpson

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